
Exposição: “Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense - 1959-2026”
10 de abril de 2026 às 10h00m - 14 de junho de 2026 às 14h00m
Banco da Amazônia - Avenida Presidente Vargas - Campina, Belém - PA, Brasil
Descrição Geral
“Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense - 1959-2026”
Com curadoria de Vânia Leal e obras da Coleção Eduardo Vasconcelos, “Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense - 1959-2026” reúne um amplo panorama da produção artística do estado ao longo de mais de seis décadas. Aberta ao público de 9 de abril, a mostra segue em cartaz até 14 de junho de 2026 no Centro Cultural Banco da Amazônia, com visitação gratuita.
A exposição é uma realização do Governo do Brasil e do Banco da Amazônia, com patrocínio do Banco da Amazônia, e foi uma das mostras vencedoras do primeiro Edital de Ocupação do Centro Cultural Banco da Amazônia 2026–2027, espaço que completa seis meses de inauguração em 9 de abril, data de lançamento de Trajetórias.
Reunindo mais de 120 artistas — paraenses ou com forte vínculo com o Pará —, a exposição percorre um arco temporal que vai de 1959 até 2026, evidenciando a diversidade de linguagens, gerações e contextos que constituem a arte contemporânea na região.
A mostra não se organiza como uma linha do tempo tradicional, mas, como um campo de encontros. Pintura, fotografia, objeto, instalação e performance se entrecruzam em um percurso que evidencia a potência da visualidade amazônica, marcada por hibridismos culturais, questões identitárias e relações com o território.
Outro destaque da exposição é a passagem do acervo privado para o espaço público. Com cerca de 900 obras e em constante crescimento, a Coleção Eduardo Vasconcelos se afirma como um “arquivo vivo”, reunindo histórias, encontros e processos. É parte desse acervo que está em Trajetórias.
Eixos curatoriais
Dividida em três eixos — Raízes (1959–1979), Rupturas (1980–1999) e Confluências (2000–2026) —, a mostra propõe um percurso histórico e sensorial que evidencia a expansão e a internacionalização da arte amazônica, ao mesmo tempo em que reafirma sua singularidade.
A curadora explica que “Trajetórias” nasce do desejo de tornar visível o processo de experimentação, resistência e invenção que define a arte contemporânea brasileira no Pará. Diferente da institucionalização observada no eixo sul-sudeste, o percurso artístico na Amazônia estruturou-se por vias mais orgânicas e descontínuas, mas profundamente conectadas às complexidades simbólicas do território.
“A mostra reafirma a Amazônia como um território de pensamento crítico, defendendo que não existe uma ‘arte amazônica’ única, mas sim ‘diferentes rizomas de individualidades alicerçadas na experiência com o território’. Assim, além de oferecer um panorama histórico, ‘Trajetórias’ assume um papel de reparação ao reinserir artistas que foram silenciados ou deslocados das narrativas oficiais recentes, ampliando o repertório sensível sobre a arte paraense”, ressalta.
Programações ao longo da exposição
Além da exposição, o projeto inclui ações educativas, visitas mediadas, rodas de conversa, oficinas e conteúdos digitais acessíveis, ampliando o alcance e a democratização do acesso à cultura. Ao longo do período expositivo haverá ainda o lançamento de um livro com a catalogação do acervo exposto, o qual será distribuído gratuitamente.
Para acessar a programação educativa e seus respectivos horários, basta acessar os Instagrams @bancoamazoniacultural (Centro Cultural Banco da Amazônia) e @colecaoeduardovasconcelos (Coleção Eduardo Vasconcelos) ou os sites www.bancoamazonia.com.br/centrocultural e www.colecaoeduardovasconcelos.com.br.
Serviço
Exposição: “Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense - 1959-2026”
Visitação:
De 09 de abril a 14 de junho de 2026
Terça a sexta: de 10 às 16h.
Sábado, domingo e feriado: de 10 às 14h
Local: Centro Cultural Banco da Amazônia
Endereço: Avenida Presidente Vargas, 800, Campina, Belém – PA
A visitação é gratuita, classificação livre.