Preversão sem Filtro pela Psicanálise

Sobre o evento
Perversão sem filtro
Estrutura, ato e laço digital na clínica psicanalítica
Com a especialista convidada Amanda Calux
Psicanalista e Professora
“Perverso” virou ofensa no uso cotidiano. Mas, na clínica, o que essa palavra quer dizer? Estrutura, conduta, fetiche e crime são a mesma coisa? E o que muda quando a cena do fetiche migra para o ambiente digital?
Neste encontro, vamos tratar a perversão como conceito clínico, e não como categoria moral ou jurídica. Com franqueza conceitual e rigor ético, você vai sair com critérios mais claros para escutar, diagnosticar e conduzir casos que costumam gerar insegurança, julgamento precipitado ou silêncio.
O que você vai aprender
✔ Diferenciar perversão (estrutura), paraphilia, fetiche e crime
✔ Entender como se diagnostica sob transferência e quais as diferenças entre o diagnóstico psicanalítico e o descritivo (DSM-5-TR e CID-11)
✔ Reconhecer o diagnóstico diferencial com neurose obsessiva, histeria, psicose e psicopatia
✔ Compreender o que significa dizer que a perversão “não tem cura” e quais são os objetivos realistas do tratamento
✔ Identificar onde está a linha entre estrutura perversa e comportamento criminoso, incluindo a distinção entre pedofilia e abuso sexual infantil
✔ Refletir sobre fetiche e novas formas de dano no ambiente digital, e sobre as obrigações éticas e legais do profissional
Conteúdo do encontro
- Abertura e delimitação de conceitos
- Como diagnosticar
- Diagnóstico diferencial
- “Perversão não tem cura”: o que isso quer dizer
- Da estrutura ao crime: onde está a linha
- Fetiche e perversão na era digital
- Fechamento e perguntas
Política do evento
Local
Evento online
Organizador
Clínica Viva
A Comunidade Clínica Viva é um espaço permanente de pertencimento, atualização e prática para profissionais da saúde mental que compreendem que a formação não termina no diploma, mas se sustenta na troca, na supervisão, na ética da escuta e na construção contínua do saber clínico. É um ecossistema profissional contínuo. A solidão do consultório não precisa ser o destino do profissional dasaúde mental. Bem-vindo à Comunidade Clínica Viva.